how'd we end up this way?
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A gente se dá conta que o tempo voa, quando em uma roda de amigos lembramos loucuras das nossas fases com ar de saudade, como se tivessem sido há milhares de anos atrás.
Ana Mercy.  (via excessivas)
dianostalgico:

vintage photographs
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himelistic:

why do girls have fake pockets when guys can fit a laptop in theirs 

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Tenho pensamentos que, pudesse eu trazê-los à luz e dar-lhes vida, emprestariam nova leveza às estrelas, nova beleza ao mundo, e maior amor ao coração dos homens.
Fernando Pessoa. (via inconsumada)
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A verdade é que eu prefiro mil vezes escrever esse textos gigantes do que frases impactantes. Porque é só nas linhas intermináveis que eu me acho. Talvez, pra quem lê sem saber o que acontece comigo, fique perdido, afinal, eu dou voltas e voltas, repito pensamentos, dou opiniões contraditórias e chego à conclusões parecidas; as palavras parecem não fazer sentido, e não fazem mesmo: os sentimentos que elas transmitem não fazem sentido. É por isso que tudo se repete, eu tento encontrar uma razão pra essas coisas, tento descobrir o significado de tudo, tento entender. Mas tudo acaba sendo tão confuso; ou acaba parecendo tão confuso, porque eu relaciono o que eu escrevo com outras coisas e as coloco no meio do texto, e misturo tudo: passado, presente, futuro; misturo todos os sentimentos e acontecimentos. E daí ninguém entende, nem eu mesma.

E quem me conhece, deve achar exagero ou sei lá. Mas é que tudo é tão diferente pra mim. Eu não vejo o mundo com os mesmos olhos que os outros, eu não sinto do mesmo jeito que os outros; eu me apego aos detalhes que ninguém vê, me prendo à pistas que talvez nem existam. O que eu sinto não são apenas sentimentos: eles estão difundidos com erros, músicas, acertos, fotos, lembranças, vozes, sensações, olhares, sonhos, teorias, segredos… São abstratos porque carregam vida consigo, se mantêm sozinhos e não morrem, não deixam de existir; não como o de algumas pessoas.

Outra coisa sobre mim é que eu não consigo fingir. Eu não consigo reprimir um sorriso, um tom urgente na voz; não consigo segurar lágrimas, nem cara feia. Eu sou meio transparente, as pessoas podem me ler muito fácil. Eu não acho isso ruim, nem acho que é um defeito - eu gosto de ser franca -, só acho que me fragiliza.

Além de ter meu humor estampado na minha cara, me entrego demais. Não é tão fácil pra me fazer acreditar, mas uma vez que a pessoa atravessa a barreira da desconfiança, eu deposito todas minhas fichas. Acredito cegamente, deixo me guiar, corro atrás e ameaço meu amor próprio. Se a pessoa me tem na mão, ela sabe, porque eu deixo bem claro com as minhas palavras (e se for alguém que não quer me fazer bem, eu cavo minha própria sepultura, porque né). Eu deixo escancarado pra qualquer um se eu tenho afeto por alguém, porque é automático. Eu quero mostrar que sinto, afinal, tem gente que me compara com uma pedra na questão de sentimentos.

Eu acho que só me conhece, um pouco pelo menos, quem lê meus textos. É mais fácil confessar, mostrar, escancarar, declarar, falar… Use o verbo que quiser, mas o fato é que é mais fácil ser.

é madrugada, poxa
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A ficção é mais interessante, tem acontecimentos menos pacatos. E mesmo quando a realidade é agitada, a ficção ainda é mais atraente, porque a dor não arde verdadeiramente; a felicidade é infalível; os diálogos são perfeitos e a saudade consegue até ser bonita.
aleatoriamente falando
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Você consegue perceber? As pessoas chegam à nossa vida, de repente, e também somem. Elas somem em um piscar dos olhos. Passamos muito tempo com estas mesmas, e no final, nem parece que foi real. É como se fossem acontecimentos ilusionados. Como se fossem momentos criados em nossa mente. Mas sentimos que foi real. Parece uma doce ilusão, entende? As pessoas vêm e vão, tão rápido, que nem conseguimos acompanhar. E o que é realmente lamentável, é que dependendo da pessoa, nem chegamos a sentir aquela saudade.
Laura Ribeiro.  (via acorrentei)
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Hoje eu acordei forte.
Fortemente abatida.
O Criptograma de Kat. (via retrocedida)
envolvendo-se